Estamos juntas e não somos poucas! Foram mais de 3mil mulheres inscritas para apoiar as vítimas de violência sexual. Já cadastramos as terapeutas voluntárias e as #MulheresMobilizadas estão avaliando serviços públicos por todo o Brasil. Abrimos aqui o Mapa para indicar os melhores serviços públicos especializados neste tipo de atendimento conforme avaliados pelas voluntárias. Você sofreu violência sexual? Inscreva-se para receber a lista de terapeutas voluntárias cadastradas mais perto de você. Conhece alguém que foi vítima de violência sexual? Compartilhe com ela este espaço e recomende que se inscrevam.


        

Sofreu violência sexual?

Inscreva-se para receber informações sobre a rede de acolhimento. Contamos com com mais de 400 terapeutas inscritas de diferentes cidades do Brasil dispostas a oferecer seus serviços gratuitos a você.

42 mulheres já buscaram apoio na rede de acolhimento.

É terapeuta e quer acolher as mulheres?

Inscreva-se para oferecer seu serviço contínuo e gratuito.

465 já ofereceram seus serviços!

Este mapa foi criado a partir das mais de 2mil voluntárias que se dispuseram a avaliar serviços públicos de atendimento a vítimas de violência sexual no Brasil. Ao clicar, os serviços marcados em verde mostram os serviços bem avaliados por elas, os vermelhos os mal avaliados e os amarelos, serviços com déficits a serem resolvidos.








Preparamos essa cartilha pois recebemos muitas inscrições de terapeutas voluntárias e, mesmo respeitando o profissionalismo
de todas, não temos como nos responsabilizar pelas indicações. Pensando em como te ajudar nesse primeiro contato, sugerimos algumas orientações - de modo que você tenha a melhor experiência possível na consulta:



         


Nenhuma mulher deve sofrer sozinha e muitas #MulheresMobilizadas se inscreveram
para formar esta rede de acolhimento às vítimas de violência sexual.
Desde o lançamento dessa mobilização, dia 6/6/2016, foram:


           



A cada 11 minutos, uma mulher é estuprada no Brasil. De acordo com uma pesquisa feita pelo IPEA, cerca de 527 mil pessoas são estupradas por ano no país, sendo que 89% da vítima destes atos violentos são mulheres. 

A recente barbárie do estupro coletivo no Rio de Janeiro chamou atenção de todo o Brasil para este absurdo ao qual as mulheres são diariamente expostas. Estes crimes são resultado da cultura de estupro e de violência contra mulheres que permeiam ainda hoje nossa sociedade machista. Ações e manifestações contra esta cultura, como a #EstuproNuncaMais, viralizaram nas redes sociais e estão tomando as ruas do país.

Este caso mais recente iluminou um grande entrave à assistência a essas vítimas: a falta de informação e a ineficácia de muitos dos serviços especializados neste tipo de atendimento. 

As consequências da violência sexual na vida de uma mulher ou menina são imensuráveis, mas é possível, através de acompanhamento e acolhimento, que elas consigam lidar melhor com esse trauma.

Por isso, criamos este espaço para que terapeutas inscrevam-se como voluntárias para atenderem mulheres vítimas em várias cidades do Brasil. Para quem não é terapeuta mas também quer chegar junto na rede de acolhimento, basta se inscrever para ajudar  a mapear os serviços públicos disponíveis para o auxílio a mulheres vítimas de violência sexual.



O conhecimento sobre estes direitos é essencial para a luta contra a cultura do estupro. Abaixo, algumas legislações que tratam do assunto:

Lei nº 12.845, de 01/08/2013 - obriga os hospitais a atenderem emergencial e integralmente as vítimas de violência sexual.

Lei nº 10.778, de 24/11/2003 - estabelece o que é violência contra mulher e determina que serviços públicos de saúde sejam obrigados a notificar estes casos. 

Decreto nº 7.958, de 13/03/2013 - estabelece diretrizes para o atendimento humanizado às vítimas de violência sexual pelos profissionais de segurança pública e da rede de atendimento do SUS.

Decreto nº 7.393 de 15/12/2010 - dispõe sobre o funcionamento do serviço gratuito Ligue 180 (Central de Atendimento à Mulher).

Política Nacional de Enfrentamento à Violência Contra as Mulheres.






O #AgoraÉQueSãoElas surgiu em 2015, quando mulheres ocuparam, por uma semana, espaços de fala masculinos na grande imprensa e nas mídias alternativas. Desde então, o grupo de feministas que liderou esta ação seguem lutando pelos direitos da mulher - em especial o direito de contar suas histórias sem mediadores. O #AgoraÉQueSãoElas mantém uma coluna digital na Folha de S. Paulo, um espaço para vozes femininas e feministas falarem de política e desigualdade de gênero.  
A coluna é editada por Alessandra Orofino, Ana Carolina Evangelista, Antonia Pellegrino e Manoela Miklos.





Nossas Cidades é uma organização ativista por natureza. Através do desenvolvimento de tecnologias e da consolidação de conhecimento, criamos redes de cidadãos mobilizados em prol de causas locais. Compartilhamos conhecimento, talento e tecnologia para criar e divulgar mobilizações que aproximem as cidades que vivemos das cidades que queremos, precisamos e sonhamos.
A violência sexual certamente não faz parte de cidades que sonhamos. Esta prática deplorável deve ser combatida.
Lutamos por cidades mais justas, inclusivas e agradáveis de se viver.

Já estamos presentes em 9 cidades. Saiba mais!


Essa mobilização é feita em parceria com:

                                



Entre em contato com a gente pelo e-mail:
mapadoacolhimento@nossascidades.org